Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

30/10/2015 Solicitar análise

No curto prazo, a perspectiva é neutra para os preços da Dólar - Nov/15. Entretanto, existe, uma grande chance de movimentações mais explosivas para os preços caso ocorra o rompimento dos patamares mais próximos de suporte e resistência, localizados respectivamente em 3780 e 3978 conforme demonstrado pelas linhas verde e vermelha no gráfico abaixo. Este cenário é acarretado pelo processo de acumulo de forças observado nos últimos pregões, que está sendo causado pela queda na volatilidade dos preços. Com isso, o rompimento do suporte ou da resistência descritos acima, poderia ser o estopim para a liberação da força acumulada durante o processo congestivo e consequentemente a ocorrência de movimentações mais amplas para os preços. No caso de desrespeito do suporte, a possibilidade maior seria de aceleração das quedas e retomada da tendência de baixa, enquanto o rompimento da resistência poderia ocasionar uma forte valorização da ação com possível retomada da tendência de alta de médio prazo. A magnitude da força acumulada, pode ser observada pela forte contração das Bandas de Bollinger, identificadas pelas linhas cinzas no gráfico abaixo. Enquanto os preços operarem entre as zonas de suporte e resistência mais próximas, a tendência de médio prazo para a ação será lateral.

2ª Resistência
R$ 4196
1ª Resistência
R$ 3978
1º Suporte
R$ 3780
2º Suporte
R$ 33635

Avaliar compras

Uma oportunidade de compra, poderá surgir caso os preços consigam romper a resistência em 3978(linha vermelha no gráfico), dentro de características ideais (fechamento próximo da máxima e volume acima da média), cenário que abriria a possibilidade de retomada da tendência de alta de médio prazo e de liberação da força acumulada durante o processo de congestão dos preços.

Avaliar vendas

Quem busca oportunidades de venda, deverá ficar especialmente atento ao rompimento do suporte em 3780, já que este sinal poderia ocasionar a liberação da força acumulada durante o processo de congestão e consequentemente a retomada da tendência principal de baixa.

Análise fundamentalista

Sobre

Contrato de Mini Dólar Futuro com Vencimento em 01/10/2015. A cotação que você vê para os contratos de Dólar (WDOX15), representa quanto U$ 1.000 está custando em R$. Então se o Dólar está em 3.020,00, isso quer dizer que cada U$ 1 está custando R$ 3,02. Para o dólar, existem 2 tipos de contrato, o dólar cheio (ou grande) e o mini dólar (WDO).

Pontos positivos

  • A expectativa de elevação da taxa de juros nos EUA favorece a saída de dólares do Brasil e sua consequente valorização Menor interferência do Banco Central Brasileiro no câmbio Diferencial de inflação brasileira e norte-americana reforça a expectativa de deterioração do real

Pontos negativos

  • FED pode demorar mais que o esperado para promover a alta dos juros Movimentos muito intensos de alta de juros no Brasil podem atrair dólares, reduzindo sua cotação Recuperação da confiança na economia brasileira pode permitir nova fase de valorização do real

Visão dos Analistas

O ano de 2015 começou movimentado para o Brasil (e isso tem tudo a ver com o dólar). Em meio a uma crise política, polarização da população, crescimento baixo e inflação em alta, o país passa pelo desafio de conduzir um grande ajuste. O que parecia a receita certa do fracasso, entretanto, dá bons sinais. Em relação aos chamados preços relativos (combustíveis, energia elétrica, tarifas públicas, juros e câmbio), o país "fez o dever de casa". Os reajustes vertiginosos nos primeiros meses de 2015 recolocaram os preços de combustíveis, tarifas públicas e da energia em seus patamares de equilíbrio corrigindo distorções e protegendo investimentos em infra estruturada. O câmbio foi liberado de intervenções mais intensas do banco central, seguindo o movimento global de apreciação do dólar e os juros subiram como forma de corrigir distorções de estímulo ao consumo dos últimos anos. Esse mix de mudanças, ainda que impopular, contribui para a recuperação do país. No tocante ao ajuste fiscal, o Brasil se propôs a fazer a maior virada de mesa das últimas décadas. Sair de um déficit primário de 0,60% para um superávit primário de 1,20%. É, sem dúvida, uma meta desafiadora e com grandes chances de não ser alcançada. Entretanto, o simples compromisso com ela (atestado através de cortes de despesas, aumento de impostos, concessões públicas, redução de financiamentos subsidiados e revisão de benefícios) demonstra a decisão de não "dobrar a aposta" nos erros do primeiro mandato e de recolocar a economia no trilho. A duras penas, avaliamos que o país tem caminhado para o rumo certo neste aspecto. Com a condução econômica encabeçada por um liberal da escola de Chicago e com as forças políticas do Congresso Nacional alinhadas à manutenção da estabilidade institucional, avaliamos que o segundo mandato tem chances de ser mais pró mercado. Essa visão, compartilhada pelas agências internacionais de risco que mantiveram o investment grade brasileiro, sugere um horizonte de médio/longo prazo favorável para economia. Essa situação poderia fazer com que o dólar tivesse uma visão neutra ou até mesmo de baixa: se o país merece crédito internacional, mais dólares vêm para cá e sua cotação cai. Entretanto, há um fator que muda essa equação: a taxa de juros dos EUA. É consenso de mercado que ela será elevada em algum momento nos próximos trimestres e essa alta (como historicamente já se observou) tem o potencial de atrair trilhões de dólares de volta para os Estados Unidos. Esse movimento fez com que praticamente todas as moedas do mundo desde o peso colombiano até à Lira Turca, passando pelo Rand Sul Africano caíssem muito (assim como o real) face ao dólar. Apesar desse movimento precificar parcialmente o movimento do banco central americano, ainda há muita incerteza quanto à próxima jogada do FED (e, por isso, muita coisa a ser precificada). Dessa forma, mesmo com a economia sinalizando possível retomada do rumo internamente, vemos espaço para valorização do dólar no longo prazo. Ao mesmo tempo, outros dois fatores sugerem valorização da moeda norte-americana: menor intervenção do BACEN no câmbio tende a permitir um ajuste que ficou represado por anos através de uma política monetária-cambial (controle de inflação pelo controle de dólar) e a alta inflação interna que favorece a desvalorização da nossa moeda face à americana. Nesse sentido, mantemos interesse em posições longas no dólar.

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    $545.99Preço da Ação
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