BVMF3

B3 BOLSA BRASIL BALCÃO ON

R$ 0.00 0.00%

Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

26/03/2018 Solicitar análise

Nos próximos dias existe uma boa possibilidade de que os preços da B3 BOLSA BRASIL BALCÃO ON venham a se valorizar. Isso porque existem muitos investidores dispostos a comprar o ativo na faixa de suporte em 25,35 (linha verde no gráfico abaixo), região de preço próxima ao valor em que os ativos da BVMF3 estão sendo negociadas agora e onde já observamos a formação de fundos para os preços no passado. Essa concentração de compradores neste patamar deverá pressionar à demanda pelo ativo, ocasionando possivelmente uma alta dos preços no curto prazo. Caso os preços realmente venham a se valorizar, a B3 BOLSA BRASIL BALCÃO ON deverá enfrentar dificuldades para continuar subindo além da faixa de resistência em 26,50 (linha vermelha no gráfico abaixo), já que nesta zona de preços a concentração de ofertas de venda deverá voltar a ser maior, podendo ocasionar alguma lateralização ou queda dos preços. Já o rompimento deste patamar de resistência, poderia ocasionar a aceleração das altas. No médio prazo, a perspectiva para os preços da B3 BOLSA BRASIL BALCÃO ON continua bastante positiva, visto que as médias móveis permanecem apontando para cima, demonstrando que os preços de equilíbrio para o ativo estão cada vez mais altos.

2ª Resistência
R$ 27,50
1ª Resistência
R$ 26,50
1º Suporte
R$ 25,35
2º Suporte
R$ 323,95

Avaliar compras

Para quem está pensando em comprar as ações da B3 BOLSA BRASIL BALCÃO ON, seja pensando no curto ou no longo prazo, o momento atual seria bastante interessante pelo fato dos preços estarem próximos de um importante suporte.

Avaliar vendas

Para se desfazer de ações em carteira, uma boa oportunidade de saída seria na proximidade da resistência em 26,50, representada pela linha vermelha no gráfico abaixo, ou caso os preços desrespeitem o suporte em 25,35.

Análise fundamentalista

Sobre

A B3 é uma das maiores bolsas de valores do mundo e maior bolsa da América Latina. A empresa oferece um ambiente para negociação de ações, derivativos, renda fixa privada, títulos públicos, moedas e commodities. A atuação da companhia abrange registro, compensação e liquidação de ativos e valores mobiliários negociados em seus ambientes, assim como a listagem de ações e outros ativos. Atualmente, é a única bolsa de valores em operação no Brasil.

Pontos positivos

  • Fusão com a Cetip amplia posição de destaque da companhia e reforça sua proteção com relação a possíveis competidores; Diversificação da fonte de geração de receita entre divisões de mercado à vista, derivativos e serviços acessórios; Posição de monopólio no mercado; Altas barreiras de entrada em termos tecnológicos, operacionais e, especialmente, regulatórios; Processo de internacionalização da companhia.

Pontos negativos

  • Contexto negativo para o cenário macroeconômico reduz o volume financeiro investido na bolsa; Potencial passivo tributário de grande monta referente ao Imposto de Renda.

Visão dos Analistas

O resultado da B3 (BVMF3) no 4T17 foi bem recebido pelo mercado e reiterou nossa perspectiva positiva para o ativo, que compõe a carteira de longo prazo “Dividendos” do Toro Radar. Grande parte da melhora nos resultados da companhia advém da incorporação da Cetip, que traz boas perspectivas de ganhos com sinergias no longo prazo. O destaque no resultado da B3 foi o crescimento da receita em todas as áreas de negócios na comparação anual. Esse crescimento foi sustentado pelas plataformas tecnológicas em que a companhia investiu nos últimos anos. Além disso, o resultado mais positivo foi impactado pela reprecificação de ativos e pela continuidade da queda da taxa de juros, que atrai investidores para o mercado de renda variável. Além disso, houve um aumento no número de empresas que iniciaram oficialmente processos de IPO e follow-on, o que também é bem visto pelo mercado. A gestão de despesas continua sendo uma das prioridades da empresa, sendo que as sinergias da combinação com a Cetip tem favorecido seus resultados. O processo de redução da dívida continua, e dentro disso a companhia efetuou o resgate de uma emissão de debêntures no valor de R$500 milhões, que já deve impactar os futuros resultados. A B3 mantém uma posição de caixa sólida e confortável e nesse sentido a presidência da empresa já afirma que prevê a redução da alavancagem, medida pela relação dívida bruta sobre o Ebitda, até o fim do 2019, para 1x, sendo que hoje essa gira em torno de 2,1x. A redução da dívida e o crescimento das despesas ajustadas abaixo da inflação contribuíram para o bom desempenho da companhia. Um ponto de atenção é o auto de infração da Receita Federal no valor de R$3,02 bilhões, que questiona a amortização do ágio gerado nos exercícios de 2012 e 2013, com a incorporação das ações da Bovespa pela BM&F em 2008, apesar da empresa considerar uma chance remota de perda. Essa amortização do ágio foi gerada com a expectativa de rentabilidade futura com a incorporação, visando ser aproveitada para dedução fiscal, contudo, foi alvo de questionamentos jurídicos e tem gerados discussões até hoje. A empresa desfruta de um privilégio que poucas ou quase nenhuma companhia tem. Ela é a única atuante no seu setor no Brasil, o que lhe garante controle absoluto do mercado e a criação de importantes barreiras de entrada. Do ponto de vista tecnológico e operacional, a companhia tem uma rede de relacionamentos e contratos que dificulta ou ao menos encarece a entrada de outro participante do mercado. Além disso, a integração de suas operações típicas de bolsa com atuação em clearing de ativos faz com que o potencial de ameaça de um eventual novo entrante no mercado seja minimizado. Em junho foram aprovados os aprimoramentos das regras no Novo Mercado, que demonstra a melhoria contínua do mercado de capitais brasileiro, proporcionando maior transparência e mais atratividade para os investidores. Dentro desse cenário, enxergamos boas perspectivas para a companhia no longo prazo. A integração dos negócios da BM&FBOVESPA com a Cetip, com os aprimoramentos das regras no Novo Mercado e a ampliação do número de empresas que estão acessando o mercado por meio de IPOs e follow-ons é um movimento que deve continuar ocorrendo no final de 2017 e 2018. Esse cenário, aliado à melhora dos indicadores econômicos e a permanência dos bons fundamentos da empresa confirmam a tendência de alta para as ações da BVMF3 no longo prazo. ANÁLISE DE RESULTADO 4º TRIMESTRE DE 2017 A receita líquida da B3 atingiu R$1,034 bilhão no 4T17, alta de 7,9% sobre o mesmo período do ano anterior, com aumento de receitas em todos os segmentos. O principal segmento componente da receita foi a linha de Negociação, Compensação e Liquidação do segmento Bovespa, que somou R$306,2 milhões, cerca de 26,7% da receita. As despesas somaram R$589,4 milhões no 4T17, alta de 34,3% sobre o mesmo período do ano anterior. Se excluído o ativo intangível gerado na combinação com a Cetip no valor de R$187,2 milhões, a despesa total teria atingido R$402,2 milhões, queda de 8,3% sobre o 4T16. As despesas com depreciação e amortização somaram R$234,6 milhões no 4T17, impactadas pela amortização do ativo intangível resultante da aquisição da Cetip no valor de R$187,2 milhões. O Ebitda ajustado totalizou R$672,9 milhões, alta de 12,2% na comparação com o quarto trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada totalizou 66,6% alta de 285 pontos base na comparação com o 4T16. O lucro líquido atribuídos aos acionistas atingiu R$516,1 milhões, queda de 52,1% sobre o 4T16, impactado principalmente, pela redução do resultado financeiro em decorrência da menor posição de caixa e do aumento do endividamento da companhia. Se excluídos os itens não recorrentes, o lucro líquido recorrente teria atingido R$635,8 milhões no 4T17, queda de 5,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, impactado principalmente, pela redução do resultado financeiro da companhia. Os investimentos em Capex totalizaram R$45,3 milhões, dos quais R$31,2 milhões foram destinados a projetos dos segmentos Bovespa e BM&F, em especial na atualização tecnológica do PUMA e na fase de ações da nova Clearing. Em dezembro, a companhia aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no montante de R$533,0 milhões. No ano de 2017, a distribuição de proventos totalizou R$923,0 milhões, o que representa 71,2% do lucro líquido atribuído aos acionistas da B3. Ao final do 4T17, o endividamento da B3 era de R$5,641 bilhões, com uma alavancagem financeira medida pela relação dívida bruta; Ebitda de 2,1x. O resultado financeiro totalizou uma perda de R$25,2 milhões no 4T17, impactado pela maior posição de caixa da companhia ao final do ano anterior, resultante dos recursos obtido com a venda das ações do CME Group. As receitas financeiras atingiram R$106,7 milhões, queda de 71,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior, explicada principalmente pela redução do caixa médio do período. Já as despesas financeiras totalizaram R$132,0 milhões, queda de 25,1% sobre o quarto trimestre do ano anterior, principalmente explicada pela redução das despesas relacionadas ao hedge de valor justo feito para proteger o principal da dívida com vencimento em 2020 O ano de 2017 foi um dos mais importantes para a história da B3 e das infraestruturas do mercado financeiro brasileiro, com a consumação da combinação de negócios entre a BM&FBovespa e a Cetip. Para 2018, a companhia segue focada nos projetos de integração pós-fusão, sendo que o cenário de mercado, com recuperação econômica interna e condições favoráveis no mercado global combinadas com o cenário de juros de um dígito e consequente diversificação do portfólio dos investidores, podem criar as condições para que o mercado de ações e de dívida apresentem um desempenho melhor.

Número sobre a empresa

Todos os números estão em milhares
Valor
  • Quanto a empresa vale no mercado?
    Preço da Ação
    Número de Ações
    Valor total $479.6B Preço da empresa no mercado de ações
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Ativo total
    892.6MPassivo total
    Valor patrimonial R$ XX,X
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MPatrimônio por Ação
    A empresa vale 50% do seu valor patrimonial
Lucro
  • Quanto a empresa lucra?
    $225.2BReceita líquida
    $95.5BGastos
    Lucro anual $129.7B
    $129.7BLucro
    892.6MNúmero de Ações
    Lucro por Ação $145.30
  • Quanto o lucro representa do preço da Ação?
    $545.99Preço da Ação
    $145.30Lucro por Ação
    A empresa vale 5x seu lucro anual
Dividendos
  • Quanto a empresa distribui para os acionistas?
    $545.99Dividendos pagos
    $545.99Número de Ações
    A empresa distribui R$ 2,20 de dididendos para os acionistas
  • Quanto isso representa do preço da ação?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MDividendos por Ação
    A ação distribuiu 4% do seu valor como dividendos em 1 ano
Correlação
  • Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
    Beta: 0,5
    Abaixo de 0,7: Pouco sensível
    Entre 0,7 e 1,5: Sensível
    Acima de 1,5: Muito sensível