SANB11

SANTANDER BR UNT

R$ 0.00 0.00%

Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

18/09/2018 Solicitar análise

Para a SANTANDER BR UNT (SANB11), a tendência para os preços de seus ativos no médio prazo (de 5 dias a 3 meses) permanece de queda. Do ponto de vista técnico, este cenário fica evidente pela formação de topos e fundos para os preços cada vez em patamares mais baixos no gráfico diário, pelas médias móveis apontando para baixo e pelo volume financeiro maior apresentado nos dias de queda, o que demonstra a aposta de grandes investidores na desvalorização. Pelo fato dos preços não se encontrarem próximos nem de zonas de pressão compradora (suportes) nem de predominância vendedora (resistências), a perspectiva de curto prazo para a cotação do ativo é neutra. Neste contexto, não vemos oportunidades interessantes de compra nem de venda do ativo no momento. Caso os preços venham a subir, existe uma grande chance de que eles voltem a cair após se aproximar do patamar de resistência em 35,60 representada pela linha vermelha no gráfico. Isso porque na proximidade deste patamar existem muitos investidores interessados em desfazer de seus ativos, o que poderá acarretar o aumento da oferta frente a demanda pelos papéis. Em um cenário de queda para os preços, um ponto de possível interrupção das quedas ficaria na região de suporte em 32,90, representado pela linha verde no gráfico, onde o aumento da demanda pelos papéis poderia acarretar alguma alta de curto prazo para os ativos da SANTANDER BR UNT.

2ª Resistência
R$ 38,40
1ª Resistência
R$ 35,60
1º Suporte
R$ 32,90
2º Suporte
R$ 331,25

Avaliar compras

Possíveis oportunidades de compra de curto prazo para as ações da SANTANDER BR UNT poderão ocorrer caso os preços da ação se aproximem da região de suporte em 32,90 representado pela linha verde no gráfico. Neste patamar, por existirem muitos investidores dispostos a comprar a ação conforme observado no passado, existe boa chance de que os preços parem de cair e apresentem alguma valorização, mesmo que apenas de curto prazo. Outro cenário interessante para compras, ocorrerá caso os preços superem a região de resistência em 35,60 com um candle de força e volume financeiro acima da média diária, situação em que a empresa sinalizaria a possível reversão da tendência de baixa de médio prazo.

Avaliar vendas

As pessoas que têm ações da SANTANDER BR UNT em carteira visando o curto prazo ou que estão interessados em oportunidades na ponta vendida, deverão avaliar vender ações da empresa na proximidade da resistência em 35,60, já que neste patamar a pressão vendedora deve voltar a se tornar predominante, aumentando a oferta de papéis em relação à demanda e acarretando a continuação da tendência de baixa de médio prazo.

Análise fundamentalista

Sobre

O Santander Brasil está no mercado brasileiro desde 1982 e é o terceiro maior banco privado no Brasil. A instituição responde pela maior parte dos resultados do Santander Global e tem foco em operações de varejo. A instituição está presente em todas as regiões do País por meio de uma ampla estrutura, composta de agências, Postos de Atendimento Bancário (PABs) e máquinas de autoatendimento, além de escritórios regionais, centros de tecnologia e unidades culturais. As ações da empresa atualmente são negociadas no Brasil e nos Estados Unidos.

Pontos positivos

  • Presença global da marca; A operação do Santander no setor de varejo é uma das mais relevantes no âmbito do mercado brasileiro e o setor tem mostrado forte recuperação; Indicadores de solidez elevados concedem ao banco potencial de alavancagem a médio prazo; Diversificação das atividades do banco com atuação global tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento; Recuperação dos indicadores de rentabilidade; Indicadores de inadimplência permanecem saudáveis, apesar de um leve aumento relacionado a um caso corporativo específico; Crescimento robusto da carteira de crédito, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas; Elevado nível de pagamento de proventos.

Pontos negativos

  • A situação econômica da Espanha é bastante comprometida e os efeitos negativos sobre o controlador do grupo podem repercutir na operação brasileira do conglomerado; A inadimplência torna-se um fator de preocupação para a Companhia com o aumento da participação no segmento varejista; Grande competição no setor, especialmente em função da atuação mais intensa de bancos públicos.

Visão dos Analistas

Nos últimos meses, temos visto as perspectivas para a atividade econômica sendo revisadas para baixo, com incertezas em âmbito político devido à proximidade das eleições e dúvidas quanto à governabilidade dos candidatos. Quanto aos principais indicadores, a estimativa para a inflação aumentou, mas já voltou a um cenário de normalidade após o choque da paralisação dos caminhoneiros. No que se refere aos juros, a expectativa segue de manutenção em 6,50% a.a. até o final de 2018, com alta para 8,00% a.a. em 2019. Todo esse cenário fez com que o Santander adotasse medidas para expandir a base de clientes, de modo a aumentar a sua presença no varejo. Como consequência, houve a contínua melhora nos indicadores de crédito, principalmente na linha de financiamento ao consumo. A mudança na composição da carteira de crédito, com maior participação do varejo, permitiu o impulsionamento da receita a partir do aumento da base de clientes. O segmento varejista contribuiu com 69% da margem de crédito do banco Santander no segundo trimestre de 2018, especialmente para pessoas físicas e financiamento ao consumo. Apesar dos efeitos positivos para a receita, a adoção dessa estratégia poderá trazer prejuízos aos indicadores de inadimplência, que seguem em destaque pelas quedas significativas trimestre após trimestre. O lucro líquido da instituição financeira representou 26% do resultado do Grupo Santander este ano e veio em linha com o esperado pelo mercado. Vale ressaltar que a paralisação dos caminhoneiros em maio/2018 afetou os negócios do banco na emissão e credenciamento de cartões. No entanto, este efeito foi apenas temporário e não afetou a atividade operacional do Santander, como já era esperado. A inadimplência de curto prazo mostra tendência positiva e sinaliza que o pior já passou, em termos de qualidade dos ativos. Os níveis de liquidez e capital do Santander estão confortáveis e o aumento das despesas administrativas reflete a expansão da atividade do banco. Para o longo prazo, acreditamos que o setor bancário irá continuar se destacando, com espaço para continuar o movimento de valorização das ações do Santander. Apesar disso, o cenário de incertezas políticas, com dúvidas sobre a capacidade de governabilidade dos candidatos à presidência, e a paralisação das atividades do congresso, que pode dificultar o avanço das reformas necessárias à recuperação da economia, permanecem no radar. Apesar dos desafios contextuais que estão sendo enfrentados pelo banco, seus bons múltiplos fortalecem sua posição diante do mercado e suas ações se encontram ainda descontadas em relação ao indicador preço/valor patrimonial perante seus pares. Dessa forma, consideramos que o cenário para SANB11 no longo prazo é de alta. ANÁLISE DE RESULTADOS 2º TRIMESTRE DE 2018 No 2T18, o lucro líquido do Santander (SANB11) somou R$5,88 bilhões, crescimento de 27,5% na comparação anual, refletindo o crescimento da base de clientes e consequente aumento da participação no varejo ampliado. As receitas totalizaram R$29,03 bilhões no trimestre, incremento de 14,8% na comparação anual devido às maiores receitas com crédito. Em linha com o aumento das receitas com crédito, a margem financeira cresceu 2,9%. As despesas gerais totalizaram R$9,67 bilhões no 2T18, aumento de 5,4% em 12 meses, em função da expansão das despesas comerciais relacionadas ao aumento da base de clientes. O banco fechou o trimestre com 22,7 milhões de clientes ativos, o que representa crescimento de 10% em 12 meses. A base digital, por sua vez, avançou novamente 33%, totalizando 9,7 milhões e refletindo a continuidade do movimento de migração para esse sistema. As captações com clientes somaram R$324,88 bilhões, 8,1% acima do observado no mesmo período do ano anterior, com aumento da participação dos depósitos a prazo, refletindo a expansão da presença do varejo nos resultados da companhia. A carteira de crédito total do banco somou R$290,47 bilhões no final de junho de 2018, crescimento de 13,1% no ano. O crescimento foi influenciado pelo segmento pessoa física e financiamento ao consumo, que cresceram 23% e 22,7%, respectivamente. A carteira de grandes empresas retraiu 4,0 p.p. para 31% da participação total na composição da carteira de crédito, enquanto a carteira de pequenas e médias empresas reduziu sua participação em 0,5 p.p., para 12,2%. O crédito às pessoas físicas somou R$119,84 bilhões, 23,0% de aumento em 12 meses, com destaque para o crédito consignado, para o cartão de crédito e para o crédito imobiliário. O crescimento no consignado, vale destacar, está relacionado à forte dinâmica comercial na rede e à expansão do canal digital. A carteira de cartões totalizou R$25,72 milhões, crescimento de 23,0% em doze meses, resultado do contínuo lançamento de parcerias. A carteira de financiamento ao consumo atingiu R$ 45,37 bilhões, crescimento de 22,7% em doze meses. Enquanto isso, a carteira de financiamento ao consumo totalizou R$45,37 bilhões, alta de 22,7% em doze meses. No que se refere ao crédito a pessoas jurídicas, a carteira de crédito de grandes empresas representou 71,2%, alta de 0,2% na comparação anual. Em contraposição, a pequenas e médias empresas atingiu 28,17% da participação, crescimento de 8,5% em doze meses. O índice de inadimplência superior a 9 dias atingiu 2,8% no final de junho, representando o menor patamar histórico. No trimestre, o índice reduziu 0,1 p.p. devido ao impacto dos novos modelos de gestão preventiva de risco. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias atingiu 4,2% ao final de junho de 2018, redução de 0,6 p.p. em doze meses, no segmento pessoa física, o índice reduziu 0,6 p.p. e 0,1 p.p. no segmento pessoa jurídica. O índice de Basileia alcançou 14,8% ao final no 2T18 com redução de 1,7 p.p. em doze meses, o que indica que o banco Santander segue com níveis de solvência adequados ao exigido pelo Banco Central. O ROAE, ou retorno sobre o patrimônio líquido médio ajustado, atingiu 19,3% no primeiro trimestre de 2018, aumento de 3,4 p.p. na comparação anual. Esse resultado reflete o crescimento recorrente das receitas. O resultado de crédito de liquidação duvidosa atingiu R$5,25 bilhões no primeiro semestre de 2018, aumento de 13,7%. Esse resultado é explicado pelo crescimento da carteira de crédito do banco. As despesas de provisão totalizaram R$6,38 bilhões no primeiro semestre do ano, aumento de 7,1% em doze meses. As receitas de recuperação de crédito baixados a prejuízo totalizaram R$1,13 bilhão no mesmo período, queda de 15,4% em doze meses, impactada pela maior receita de recuperação de créditos na base de comparação.

Número sobre a empresa

Todos os números estão em milhares
Valor
  • Quanto a empresa vale no mercado?
    Preço da Ação
    Número de Ações
    Valor total $479.6B Preço da empresa no mercado de ações
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Ativo total
    892.6MPassivo total
    Valor patrimonial R$ XX,X
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MPatrimônio por Ação
    A empresa vale 50% do seu valor patrimonial
Lucro
  • Quanto a empresa lucra?
    $225.2BReceita líquida
    $95.5BGastos
    Lucro anual $129.7B
    $129.7BLucro
    892.6MNúmero de Ações
    Lucro por Ação $145.30
  • Quanto o lucro representa do preço da Ação?
    $545.99Preço da Ação
    $145.30Lucro por Ação
    A empresa vale 5x seu lucro anual
Dividendos
  • Quanto a empresa distribui para os acionistas?
    $545.99Dividendos pagos
    $545.99Número de Ações
    A empresa distribui R$ 2,20 de dididendos para os acionistas
  • Quanto isso representa do preço da ação?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MDividendos por Ação
    A ação distribuiu 4% do seu valor como dividendos em 1 ano
Correlação
  • Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
    Beta: 0,5
    Abaixo de 0,7: Pouco sensível
    Entre 0,7 e 1,5: Sensível
    Acima de 1,5: Muito sensível