SANB11

SANTANDER BR UNT

R$ 42.86 3.03%

Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

16/11/2018 Solicitar análise

Nos próximos dias existe uma boa possibilidade de que os preços da SANTANDER BR UNT venham a se valorizar. Isso porque existem muitos investidores dispostos a comprar o ativo na faixa de suporte em 40,80 (linha verde no gráfico abaixo), região de preço próxima ao valor em que os ativos da SANB11 estão sendo negociadas agora e onde já observamos a formação de fundos para os preços no passado. Essa concentração de compradores neste patamar deverá pressionar à demanda pelo ativo, ocasionando possivelmente uma alta dos preços no curto prazo. Caso os preços realmente venham a se valorizar, a SANTANDER BR UNT deverá enfrentar dificuldades para continuar subindo além da faixa de resistência em 44,85 (linha vermelha no gráfico abaixo), já que nesta zona de preços a concentração de ofertas de venda deverá voltar a ser maior, podendo ocasionar alguma lateralização ou queda dos preços. Já o rompimento deste patamar de resistência, poderia ocasionar a aceleração das altas. No médio prazo, a perspectiva para os preços da SANTANDER BR UNT continua bastante positiva, visto que as médias móveis permanecem apontando para cima, demonstrando que os preços de equilíbrio para o ativo estão cada vez mais altos.

2ª Resistência
R$
1ª Resistência
R$ 44,85
1º Suporte
R$ 40,80
2º Suporte
R$ 339,05

Avaliar compras

Para quem está pensando em comprar as ações da SANTANDER BR UNT, seja pensando no curto ou no longo prazo, o momento atual seria bastante interessante pelo fato dos preços estarem próximos de um importante suporte.

Avaliar vendas

Para se desfazer de ações em carteira, uma boa oportunidade de saída seria na proximidade da resistência em 44,85, representada pela linha vermelha no gráfico abaixo, ou caso os preços desrespeitem o suporte em 40,80.

Análise fundamentalista

Sobre

O Santander Brasil está no mercado brasileiro desde 1982 e é o terceiro maior banco privado no Brasil. A instituição contribuiu com cerca de 26% dos resultados do Santander Global, e tem foco em operações de varejo. A instituição está presente em todas as regiões do País por meio de uma ampla estrutura, composta de agências, Postos de Atendimento Bancário (PABs) e máquinas de autoatendimento, além de escritórios regionais, centros de tecnologia e unidades culturais. As ações da empresa atualmente são negociadas no Brasil e nos Estados Unidos.

Pontos positivos

  • Presença global da marca; A operação do Santander no setor de varejo é uma das mais relevantes no âmbito do mercado brasileiro e o setor tem mostrado forte recuperação; Indicadores de solidez elevados concedem ao banco potencial de alavancagem a médio prazo; Diversificação das atividades do banco com atuação global tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento; Recuperação dos indicadores de rentabilidade; Indicadores de inadimplência permanecem saudáveis, apesar de um leve aumento relacionado a um caso corporativo específico; Crescimento robusto da carteira de crédito, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas; Elevado nível de pagamento de proventos.

Pontos negativos

  • A situação econômica da Espanha é bastante comprometida e os efeitos negativos sobre o controlador do grupo podem repercutir na operação brasileira do conglomerado; A inadimplência torna-se um fator de preocupação para a Companhia com o aumento da participação no segmento varejista; Grande competição no setor, especialmente em função da atuação mais intensa de bancos públicos.

Visão dos Analistas

Nos últimos meses tivemos bastante volatilidade no mercado, com movimentos intensos na bolsa de valores, juros futuros e câmbio, por exemplo. As incertezas no âmbito político diminuíram, com o candidato com viés pró-mercado sendo eleito, mas ainda ficam dúvidas quanto aos planos que serão realizados, apesar da aprovação do mercado no que diz respeito à equipe econômica que está sendo montada. Em relação aos principais indicadores, a expectativa é que a inflação fique abaixo da meta, de 4,50% e a taxa de juros suba apenas em 2019, devendo encerrar 2018 em 6,50%. Apesar dos indicadores de atividade econômica ainda apontarem para fraca demanda doméstica, o Santander segue adotando medidas para expandir a base de clientes, de modo a aumentar a sua presença no varejo. Como consequência, houve a contínua melhora nos indicadores de crédito. Para o longo prazo, acreditamos que o setor bancário irá continuar se destacando, com espaço para continuar o movimento de valorização das ações do Santander. Adicionalmente, o cenário de incertezas políticas ainda paira, com dúvidas sobre a capacidade de governabilidade do próximo governo em buscar a estabilização da dívida pública, bem como manter uma política econômica sustentável, tendo como premissa a continuidade da agenda de reformas na economia brasileira, sobretudo no campo fiscal. Apesar dos desafios contextuais que estão sendo enfrentados pelo banco, seus bons múltiplos fortalecem sua posição diante do mercado e suas ações se encontram ainda descontadas em relação ao indicador preço/valor patrimonial perante seus pares. Dessa forma, consideramos que o cenário para SANB11 no longo prazo é de alta. ANÁLISE DE RESULTADOS 3º TRIMESTRE DE 2018 No 3T18, o lucro líquido do Santander (SANB11) somou R$3,1 bilhões, aumento de 20,2% ante os R$2,6 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, refletindo o crescimento da base de clientes. A margem financeira bruta aumentou 7,8%, atingindo R$10,6 bilhões no trimestre analisado, oriundo das operações de crédito, que expandiram 17,4% comparando os mesmos períodos. As despesas gerais totalizaram R$5,0 bilhões no 3T18, aumento de 4,5%, em função da expansão das despesas comerciais relacionadas ao aumento da base clientes. O Banco fechou o trimestre com 23,4 milhões de clientes ativos, o que representa um aumento de 10,9% em 12 meses. A base digital, por sua vez, avançou 32%, totalizando 10,5 milhões e refletindo a continuidade do movimento de migração para esse sistema. As captações alcançaram R$337 bilhões no final de setembro de 2018, aumento de 9% em doze meses. A carteira de crédito total somou R$298,4 bilhões ao final de setembro de 2018, expansão de 13,5% na comparação anual. O crescimento foi influenciado pelo segmento pessoa física e financiamento ao consumo, que subiram 22,6% e 20,7% respectivamente. O saldo da carteira de cartões totalizou R$26,8 bilhões, incremento de 22,5% na comparação anual, resultado da expansão da base e parcerias. A carteira de financiamento ao consumo, originada fora da rede de agências, totalizou R$47,3 bilhões ao término do 3T18, aumento de 20,7% em relação à setembro de 2017. No que se refere ao crédito a pessoas jurídicas, a carteira de crédito de grandes empresas representou 71,2% do total, enquanto as pequenas e médias empresas atingiram 28,8% de participação e avançaram respectivamente 1,1% e 10,3%, na comparação anual. O índice de inadimplência superior a 90 dias se manteve estável, ficando em 2,9% ao final de setembro de 2018. Se comparado com o trimestre anterior, o índice apresentou elevação de 0,1 p.p. decorrente de um caso específico no segmento de grandes empresas. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias atingiu 4%, queda de 0,5 p.p. na comparação com com o 3T17. O custo de crédito atingiu 3,1% no terceiro trimestre de 2018, o que representa retração de 0,2 p.p. no acumulado de doze meses . O índice de Basileia alcançou 15,3% ao final do trimestre analisado, redução de 0,9 p.p. comparado com o mesmo trimestre do ano anterior, o que indica que o banco Santander segue com níveis de solvência adequados ao exigido pelo Banco Central. O ROAE, retorno sobre o patrimônio líquido médio ajustado, atingiu 19,4% no 3T18, expansão de 3,1 p.p. na comparação anual. Esse resultado reflete o crescimento das receitas, por meio da expansão da base de clientes e maior eficiência operacional. O resultado de crédito de liquidação duvidosa atingiu R$7,9 bilhões no acumulado do ano, até o mês de setembro, alta de 11,6%, porém abaixo do crescimento da carteira de crédito. As despesas de provisão somaram R$9,5 bilhões, também no acumulado do ano, alta de 5,6% comparando com o mesmo período de 2017. As receitas de recuperação de créditos baixados a prejuízo totalizaram R$ 1,6 bilhão no acumulado do ano, queda de 16,4% em doze meses, impactada pela maior receita de recuperação de créditos na base de comparação anual.

Número sobre a empresa

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Valor
  • Quanto a empresa vale no mercado?
    Preço da Ação
    Número de Ações
    Valor total $479.6B Preço da empresa no mercado de ações
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    $545.99Ativo total
    892.6MPassivo total
    Valor patrimonial R$ XX,X
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MPatrimônio por Ação
    A empresa vale 50% do seu valor patrimonial
Lucro
  • Quanto a empresa lucra?
    $225.2BReceita líquida
    $95.5BGastos
    Lucro anual $129.7B
    $129.7BLucro
    892.6MNúmero de Ações
    Lucro por Ação $145.30
  • Quanto o lucro representa do preço da Ação?
    $545.99Preço da Ação
    $145.30Lucro por Ação
    A empresa vale 5x seu lucro anual
Dividendos
  • Quanto a empresa distribui para os acionistas?
    $545.99Dividendos pagos
    $545.99Número de Ações
    A empresa distribui R$ 2,20 de dididendos para os acionistas
  • Quanto isso representa do preço da ação?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MDividendos por Ação
    A ação distribuiu 4% do seu valor como dividendos em 1 ano
Correlação
  • Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
    Beta: 0,5
    Abaixo de 0,7: Pouco sensível
    Entre 0,7 e 1,5: Sensível
    Acima de 1,5: Muito sensível