IBOV

Índice Bovespa

R$ 101,134.61 0.00%

Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

19/09/2019 Solicitar análise

No médio prazo, a tendência para os preços da Índice Bovespa (IBOV) é de lateralização, já que não há fatores suficientes para se configurar uma tendência de alta ou de baixa neste momento. Pelo fato dos preços não se encontrarem próximos nem de zonas de pressão compradora (suportes) nem de predominância vendedora (resistências), a tendência de curto prazo para a cotação é neutra. Neste contexto, não vemos oportunidades interessantes de compra nem de venda do ativo no momento. Caso os preços venham a subir, existe uma chance razoável de que eles voltem a cair após se aproximar do patamar de resistência em 106000 representada pela linha vermelha no gráfico. Isso porque na proximidade deste patamar existem muitos investidores interessados em desfazer de seus ativos, o que poderá acarretar o aumento da oferta frente a demanda pelos papéis. Ao mesmo tempo, caso os preços consigam ultrapassar essa resistência com força e convicção (fechamento próximo da máxima e volume acima da média), haverá uma enorme probabilidade de continuação das altas e de retomada da tendência de alta de médio prazo para a Índice Bovespa (IBOV). Em um cenário de queda para os preços, um ponto de possível interrupção das quedas ficaria na região de suporte em 96000 representado pela linha verde no gráfico, onde o aumento da demanda pelos papéis poderia ocasionar a retomada das altas da IBOV.

2ª Resistência
R$
1ª Resistência
R$ 106000
1º Suporte
R$ 96000
2º Suporte
R$ 392000

Avaliar compras

Possíveis oportunidades de compra para as ações da Índice Bovespa poderão ocorrer caso os preços da ação se aproximem da região de suporte em 96000 representado pela linha verde no gráfico. Neste patamar, por existirem muitos investidores dispostos a comprar a ação conforme observado no passado, existe boa chance de que os preços parem de cair e retomem as altas. Outro cenário interessante para compras, ocorrerá caso os preços superem a região de resistência em 106000 com um candle de força e volume financeiro acima da média diária, situação em que seria extremamente provável que os preços continuassem subindo, iniciando uma nova tendência de alta de médio prazo.

Avaliar vendas

As pessoas que têm ações da Índice Bovespa em carteira visando o curto prazo, deverão avaliar vender ações da empresa na proximidade da resistência em 106000, já que neste patamar a pressão vendedora deve voltar a se tornar predominante, aumentando a oferta de papéis em relação à demanda e portanto a chance de que ocorra alguma queda para os preços. Outro cenário no qual seria recomendado que se avaliasse a venda das ações, seria no desrespeito do suporte em 96000, que caso venha aconteça poderia recolocar a ação em tendência de baixa no médio prazo.

Análise fundamentalista

Sobre

O Ibovespa é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Quando o jornal informa que a bolsa subiu ou caiu é justamente sobre o IBOV que se comenta. O índice Bovespa é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com os critérios estabelecidos em sua metodologia que são baseadas no volume negociado pelas ações e por seu valor de mercado. O objetivo do índice é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro. O Ibovespa existe há 50 anos e ao longo das décadas se tornou um indicador de extrema relevância. Além de fornecer informações para o mercado em geral, o índice Bovespa é utilizado como indicador de referência para uma série de ativos e produtos de investimentos permitindo avaliar seu desempenho e gerando opções de investimentos. Para o investidor que quer obter o mesmo desempenho que o IBOVESPA existe a opção de comprar o ativo (ETF) BOVA11 que é negociado assim como uma ação. Além disso, um dos ativos mais líquidos do nosso mercado, os contratos de índice futuro têm referência no desempenho do IBOV e podem ser utilizados por investidores que pretendem especular, se proteger ou simplesmente ter desempenho muito próximo ao da bolsa. Como o índice é composto por um série de empresas de diferentes perfis e setores, a análise fundamentalista que apresentamos diz respeito à economia brasileira e seus reflexos sobre a bolsa de valores.

Pontos positivos

  • Manutenção do tripé econômico: meta de inflação, meta de superávit primário e câmbio flutuante. Manutenção da taxa de juros em patamares baixos tende a impulsionar a demanda por crédito e impulsionar o crescimento. Setor externo aquecido. Inflação controlada permite políticas fiscais e monetárias mais expansionistas. Câmbio desvalorizado torna os ativos e produtos brasileiros mais atrativos frente a seus pares externos. Eleição de um governo mais alinhado às reformas fiscais.

Pontos negativos

  • Perda do grau de investimentos pelas agências de risco gera evasão de investimentos no país. Capacidade ociosa elevada reduz investimentos. Níveis de confiança baixos. Espaço fiscal para ampliação do gasto e dos investimentos públicos muito comprometido. Desemprego e endividamento das famílias altos dificultam retomada do consumo. A falta de uma base política coesa pode travar ou ao menos desidratar as reformas fiscais propostas pelo governo.

Visão dos Analistas

Após a euforia com a eleição de Jair Bolsonaro e com as promessas de amplas reformas econômicas e de mais liberalismo na condução do governo, a nova gestão enfrentou muitas dificuldades em seus primeiros dias. A falta de articulação de uma base de apoio coesa no Congresso tem dificultado a implementação dos projetos do Executivo, ao mesmo tempo em que gera derrotas em plenário quando os partidos do Centrão tentam demonstrar sua força. Os entraves políticos minam as possibilidades e a velocidade de aprovação das reformas fiscais, com destaque para a reforma da Previdência. Essas reformas buscam reduzir o déficit fiscal, estabilizar a trajetória da dívida pública e destravar os investimentos públicos nos próximos anos. Resolver a questão fiscal é especialmente importante no atual contexto em que os demais componentes do PIB, consumo e investimentos, se mostram fracos. O desemprego e o endividamento das famílias também se mantêm altos e comprometem a capacidade de crescimento do consumo no Brasil. Com isso, a confiança dos empresários permanece baixa, aguardando algum sinal de recuperação para retomar os investimentos. O setor externo, por outro lado, aparece como único alento desde o ano passado, apresentando recorrentes saldos positivos na balança comercial. Mesmo assim, as exportações não têm conseguido puxar consigo o restante da economia. Nesse cenário ainda incerto, as projeções para o PIB neste ano têm passado por sucessivas quedas, tendo saído de quase 3% para um patamar inferior a 2%. A inflação, variável que sempre foi considerada uma das vilãs das famílias, segue controlada abaixo da meta estabelecida pelo Banco Central. Se por um lado um crescimento mais baixo dos preços tende a ser positivo para os consumidores, por outro lado indica baixa demanda agregada, ou seja, reforça os sinais de que a economia brasileira ainda tem dificuldades em se aquecer. No que tange os juros, o Comitê de Política Monetária (Copom) continua a segurar a taxa básica de juros (Selic) no menor patamar histórico de 6,50% a.a. Mesmo assim, os juros baixos não têm conseguido impulsionar o crédito e a economia, de forma que devem continuar no nível atual pelo menos até o final de 2019. Apontadas as principais variáveis político-econômicas, mantemos a tendência neutra para o principal índice da bolsa brasileira. A persistente fraqueza da economia brasileira e as dificuldades políticas apresentadas pelo novo governo ainda não permitem expectativas mais otimistas sobre o futuro da economia. Por conta desse cenário, o principal índice de ações da bolsa brasileira, o Ibovespa, tem oscilado entre 90 mil e 100 mil pontos sem conseguir descolar desse patamar. Esse cenário mais lateral deve continuar ao longo do ano. Ainda assim, conforme as reformas econômicas forem avançando e sinais mais consistentes forem sendo observados no âmbito econômico, poderemos alterar nossas expectativas.

Número sobre a empresa

Todos os números estão em milhares
Valor
  • Quanto a empresa vale no mercado?
    Preço da Ação
    Número de Ações
    Valor total $479.6B Preço da empresa no mercado de ações
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Ativo total
    892.6MPassivo total
    Valor patrimonial R$ XX,X
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MPatrimônio por Ação
    A empresa vale 50% do seu valor patrimonial
Lucro
  • Quanto a empresa lucra?
    $225.2BReceita líquida
    $95.5BGastos
    Lucro anual $129.7B
    $129.7BLucro
    892.6MNúmero de Ações
    Lucro por Ação $145.30
  • Quanto o lucro representa do preço da Ação?
    $545.99Preço da Ação
    $145.30Lucro por Ação
    A empresa vale 5x seu lucro anual
Dividendos
  • Quanto a empresa distribui para os acionistas?
    $545.99Dividendos pagos
    $545.99Número de Ações
    A empresa distribui R$ 2,20 de dididendos para os acionistas
  • Quanto isso representa do preço da ação?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MDividendos por Ação
    A ação distribuiu 4% do seu valor como dividendos em 1 ano
Correlação
  • Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
    Beta: 0,5
    Abaixo de 0,7: Pouco sensível
    Entre 0,7 e 1,5: Sensível
    Acima de 1,5: Muito sensível