IBOV

Índice Bovespa

R$ 93,735.16 -3.10%

Tendências

Curto prazo

1 a 5 dias

Médio prazo

5 a 90 dias

Análise técnica

Longo prazo

3 meses a 3 anos

Análise fundamentalista

Análise técnica

22/03/2019 Solicitar análise

Para os próximos dias, a perspectiva para os ativos da Índice Bovespa é de queda. Isso porque, com a alta recente dos preços, a cotação se aproxima de uma zona de preços onde existem muitos investidores dispostos a vender o ativo, representada pela resistência em 94050 (linha vermelha no gráfico), o que deverá ocasionar um aumento da oferta em relação à demanda pelos papéis no curto prazo e consequentemente uma maior probabilidade de queda. Caso os preços consigam ultrapassar a resistência em 94050,demonstrando a predominância da força compradora, a Índice Bovespa poderá acelerar as altas e retomar a tendência de alta no médio prazo. Por enquanto, a tendência de médio prazo para a Índice Bovespa (IBOV) permanece lateral.

2ª Resistência
R$
1ª Resistência
R$ 94050
1º Suporte
R$ 90500
2º Suporte
R$ 385600

Avaliar compras

Uma oportunidade de compra na Índice Bovespa, poderá surgir caso os preços consigam romper a resistência em 94050 (linha vermelha no gráfico), dentro de características ideais (fechamento próximo da máxima e volume acima da média), cenário que abriria a possibilidade de retomada da tendência de alta no médio prazo.

Avaliar vendas

Quem busca oportunidades de venda de ações da empresa, deverá ficar especialmente atento ao rompimento do suporte em 90500, já que este sinal poderia acarretar a retomada da tendência de baixa no médio prazo. Outro cenário no qual seria interessante avaliar vender ações da empresa , seria na proximidade da resistência em 94050, já que neste patamar a pressão vendedora é predominante, aumentando a oferta de papéis em relação à demanda e acarretando a possibilidade de alguma correção no curto prazo.

Análise fundamentalista

Sobre

O Ibovespa é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Quando o jornal informa que a bolsa subiu ou caiu é justamente sobre o IBOV que se comenta. O índice Bovespa é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com os critérios estabelecidos em sua metodologia que são baseadas no volume negociado pelas ações e por seu valor de mercado. O objetivo do índice é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro. O Ibovespa existe há 50 anos e ao longo das décadas se tornou um indicador de extrema relevância. Além de fornecer informações para o mercado em geral, o índice Bovespa é utilizado como indicador de referência para uma série de ativos e produtos de investimentos permitindo avaliar seu desempenho e gerando opções de investimentos. Para o investidor que quer obter o mesmo desempenho que o IBOVESPA existe a opção de comprar o ativo (ETF) BOVA11 que é negociado assim como uma ação. Além disso, um dos ativos mais líquidos do nosso mercado, os contratos de índice futuro têm referência no desempenho do IBOV e podem ser utilizados por investidores que pretendem especular, se proteger ou simplesmente ter desempenho muito próximo ao da bolsa. Como o índice é composto por um série de empresas de diferentes perfis e setores, a análise fundamentalista que apresentamos diz respeito à economia brasileira e seus reflexos sobre a bolsa de valores.

Pontos positivos

  • Manutenção do tripé econômico: meta de inflação, meta de superávit primário e câmbio flutuante. Manutenção da taxa de juros em patamares baixos tende a impulsionar a demanda por crédito e impulsionar o crescimento. Setor externo aquecido. Inflação controlada permite políticas fiscais e monetárias mais expansionistas. Câmbio desvalorizado torna os ativos e produtos brasileiros mais atrativos frente a seus pares externos. Eleição de um governo mais alinhado a reformas fiscais.

Pontos negativos

  • Perda do grau de investimentos pelas agências de risco gera evasão de investimentos no país. Capacidade ociosa elevada reduz investimentos. Níveis de confiança baixos. Espaço fiscal para ampliação do gasto e dos investimentos públicos muito comprometido. Desemprego e endividamento das famílias altos dificultam retomada do consumo.

Visão dos Analistas

O principal índice de ações da bolsa brasileira, o Ibovespa, vem de uma forte alta pós-eleição, subindo 10% em outubro, após lateralizar por boa parte do ano. O indicador, que alcançou a faixa dos 87 mil pontos no início do ano, reverteu a tendência e chegou a operar abaixo dos 70 mil pontos, para depois reverter para alta com a consolidação de Jair Bolsonaro ao longo da corrida eleitoral. A economia brasileira passou por uma forte onda de incertezas, principalmente em relação ao cenário eleitoral. Essas incertezas acabaram pressionando uma forte saída de capital externo da bolsa, fator que pressionou ainda mais as quedas do índice e gerou pressão sobre o câmbio. As projeções para o PIB de 2018 têm passado por sucessivas quedas, tendo saído de quase 3% para um patamar pouco acima de 1,0%. O primeiro semestre de crescimento lento, o cenário externo desfavorável, o impacto da greve dos caminhoneiros, ainda que em curto prazo, e o cenário eleitoral extremamente incerto, foram os principais influenciadores para a projeção vigente. A inflação, variável que sempre foi considerada uma das vilãs das famílias e que até então estava controlada, foi impactada pelos efeitos da greve dos caminhoneiros, ocorrida ao final de maio. Dissipados os impactos da greve, a inflação deve fechar 2018 próxima da meta de 4,5%, As reformas econômicas, que eram o front das políticas do governo de Michel Temer, acabaram patinando em meio ao cenário eleitoral e às necessidades do governo federal em reagrupar sua base de apoio em função das denúncias de corrupção sofridas pelo Presidente. Com isso, a reforma da Previdência, a mais aguardada pelo mercado, não pôde ser colocada em votação, o que levou ao rebaixamento do rating do País pelas principais agências de risco. Esse movimento ocorre em função da importância apontada para a reforma da Previdência no âmbito dos recorrentes déficits fiscais apresentados pelo governo central nos últimos anos. Além do setor público em dificuldades, o desemprego e o endividamento das famílias altos comprometem a capacidade de crescimento do consumo no Brasil. Com isso, a confiança dos empresários permanece baixa, aguardando algum sinal de recuperação para retomar os investimentos. O setor externo, por outro lado, aparece como único alento na primeira metade do ano, apresentando recorrentes saldos positivos na balança comercial. Mesmo assim, as exportações não têm conseguido puxar consigo o restante da economia. No que tange os juros, o Comitê de Política Monetária (Copom) mudou a postura para a taxa de juros básica (Selic), que até então passava por sucessivas quedas até o patamar de 6,50% a.a.. A greve dos caminhoneiros e a forte desvalorização do câmbio induziram altas expressivas e não previstas nos índices de preços entre junho e julho, o que impediu novas reduções na taxa Selic com vistas à meta inflacionária de 4,5% deste ano. Ainda assim, o cenário pouco pujante da economia brasileira permite a manutenção da Selic em patamares reduzidos. Sob o prisma político, as incertezas com as eleições diminuíram após a confirmação de Jair Bolsonaro como futuro presidente do país. As sinalizações de maior compromisso com reformas fiscais por parte do novo presidente agradaram o mercado, que formou uma forte tendência de alta na esteira da consolidação de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto. Após sua confirmação, a expectativa se volta ao início de seu governo e à confirmação de quais políticas serão de fato implementadas. Apontadas as principais variáveis político-econômicas, mantemos a tendência neutra para o principal índice da bolsa brasileira. A fraqueza da economia brasileira e a incipiência do novo governo ainda não permitem expectativas mais concretas sobre o futuro da economia. Conforme estas forem se delineando, podemos alterar a perspectiva de longo prazo.

Número sobre a empresa

Todos os números estão em milhares
Valor
  • Quanto a empresa vale no mercado?
    Preço da Ação
    Número de Ações
    Valor total $479.6B Preço da empresa no mercado de ações
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Ativo total
    892.6MPassivo total
    Valor patrimonial R$ XX,X
  • Qual o valor do patrimônio líquido da empresa?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MPatrimônio por Ação
    A empresa vale 50% do seu valor patrimonial
Lucro
  • Quanto a empresa lucra?
    $225.2BReceita líquida
    $95.5BGastos
    Lucro anual $129.7B
    $129.7BLucro
    892.6MNúmero de Ações
    Lucro por Ação $145.30
  • Quanto o lucro representa do preço da Ação?
    $545.99Preço da Ação
    $145.30Lucro por Ação
    A empresa vale 5x seu lucro anual
Dividendos
  • Quanto a empresa distribui para os acionistas?
    $545.99Dividendos pagos
    $545.99Número de Ações
    A empresa distribui R$ 2,20 de dididendos para os acionistas
  • Quanto isso representa do preço da ação?
    $545.99Preço da Ação
    892.6MDividendos por Ação
    A ação distribuiu 4% do seu valor como dividendos em 1 ano
Correlação
  • Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
    Beta: 0,5
    Abaixo de 0,7: Pouco sensível
    Entre 0,7 e 1,5: Sensível
    Acima de 1,5: Muito sensível