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fundamentalista - Usiminas

Sobre


Desde a sua fundação a Usiminas se tornou referência no país e se destacou entre as siderúrgicas. A empresa buscou atender setores diferentes na indústria brasileira e no mundo com uma linha completa de aços planos.

A USIM5 atua hoje na transformação do aço, na mineração, logística, e na fabricação de bens de capital.

Com uma capacidade de produção superior a 9 milhões de toneladas ao ano, sua posição estrategicamente localizada em Ipatinga (MG) e em Cubatão (SP) reforça sua presença em todo país.

No ano de 1990, com o programa de privatização do governo, a empresa foi a primeira a ser desestatizada e possui hoje cerca de 40 mil acionistas negociando suas ações no Brasil (BM&FBovespa), nos EUA (OTC) e na bolsa de Madrid (Latibex).

Análise de USIM5: veja abaixo tudo sobre essa ação!

Visão dos analistas


Análise da Usiminas: O que você não pode deixar de saber

O atual cenário econômico brasileiro não favorece a análise da Usiminas em linhas gerais, considerando a sua demasiada dependência do mercado interno.

O setor de siderurgia é bastante cíclico, dessa forma a atividade econômica direciona a demanda da empresa com facilidade. Como resultado desse baixo controle na demanda, a empresa sofre dificuldade em ajustar a produção de aço em função da procura e da mesma forma perde influência e espaço frente à negociação do preço de mercado.

O plano de investimento da empresa (CAPEX) vem sendo reduzido para conseguir enfrentar as incertezas da esfera que está inserida. Um fluxo de caixa adequado a saúde financeira da empresa é foco dessa mudança de rumo.

Sobre o âmbito financeiro, a Usiminas apresentou uma receita líquida de R$ 2 bilhões. Este resultado é 24% inferior comparado ao ano passado, no mesmo período. Em relação ao endividamento da companhia, a empresa conseguiu diminuir sua dívida para R$ 4,36 bilhões, representando uma redução de 21% em relação ao primeiro trimestre do ano.

Um ponto que chamou muita atenção de seus acionistas e investidores foi a recente disputa pelo controle da empresa. Nela, as grandes acionistas Nippon Steel e Ternium se uniram para evitar que a CSN - a grande rival do grupo - tomasse as rédeas da siderúrgica. Entretanto, ambas mantém pontos de vista bem diferentes em relação aos rumos da empresa.  

Principalmente por estar inserida em meio de uma disputa societária, há probabilidade de que o grupo desempenhe abaixo da média do mercado. Dessa forma, as perspectivas para a cotação da USIM5 são de baixa. A melhora econômica do país e a resolução desses impasses, entretanto, podem facilmente reverter esse cenário.

Números sobre a empresa


Valor

Quanto a empresa vale no mercado?
Preço da Ação
Número de Ações
Valor total $ 11.930.108 Preço da empresa no mercado de ações
Qual o valor do patrimônio líquido por ação da empresa?
Ativo total
Passivo total
Valor patrimonial por ação R$ 12,17
Quanto a empresa vale em relação ao patrimonio líquido?
$ 9.88 Preço da Ação
$ 12,17 Patrimônio por Ação
A empresa vale x do seu valor patrimonial

Lucro

Quanto a empresa lucra?
$ 12.262.062 Receita líquida
$ Gastos
Lucro anual $ 169.187
$ 169.187 Lucro
1.253.079 Número de Ações
Lucro por Ação $
Quanto o lucro representa do preço da Ação?
$ 9.88 Preço da Ação
$ Lucro por Ação
A empresa vale x seu lucro anual

Dividendos

Quanto a empresa distribui para os acionistas?
$ Dividendos pagos
1.253.079 Número de Ações
A empresa distribui R$ 0,05 de dividendos para os acionistas
Quanto isso representa do preço da ação?
$ 0,05 Dividendos por Ação
$ 9.88 Preço da Ação
A ação distribuiu % do seu valor como dividendos em 1 ano

Correlação

Quão sensível a ação é à oscilações do Índice Bovespa?
Beta: 1,69
Abaixo de 0,7: Pouco sensível
Entre 0,7 e 1,5: Sensível
Acima de 1,5: Muito sensível

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Histórico

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2016


Após passar grandes dificuldades durante o primeiro semestre de 2016, a grande Usiminas continua tentando manter o valor de seus ativos e sua posição na cadeia produtiva brasileira. Como uma importante ação para a nossa Bolsa de Valores, a cotação dos papéis da empresa vem reagindo desde a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, por isso, a sua conclusão não foi responsável por nenhuma reação extraordinária.

A empresa está inserida no setor que foi o mais prejudicado com a atual crise econômica. Juntamente a tal cenário adverso, a perda de sinergia causada por uma grande disputa entre acionistas dificultou ainda mais o aparecimento de sua reação. Foram estes os principais motivos de seus papéis encontrarem mínimos históricos.

Com a abertura do ano em patamares nunca antes vistos pelos acionistas da empresa, os papéis USIM5, após chegar a abaixo dos R$ 0,80, reagem durante o ano apesar das adversidades. 

Um respiro para a empresa foi o plano de capitalização proposto pelo grupo Nippon Steel e pela Ternium, que já eram acionistas da companhia. Estes grandes agentes realizaram uma manobra para evitar a chance da CSN, grande rival da siderúrgica, assumir a presidência.

Propondo acordos com os credores da empresa, a Usiminas procurou formas de aliviar suas obrigações financeiras a fim de evitar cenários ainda piores do que o início do ano. Inclusive, através das demonstrações financeiras da empresa, percebe-se uma possível melhora em seus resultados, mas com um longo caminho pela frente.

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2015


No ano de 2015 uma notícia no mês de novembro elevou a cotação da Usiminas e deu fôlego às constantes quedas no setor siderúrgico. Isso devido a possibilidade do governo implantar medidas de proteção da indústria aumentando a alíquota de importação.

A alteração, que seria temporária diante da crise econômica no Brasil, ajudou a amenizar a perda acumulada que é visível no gráfico da Usiminas, que ainda permanece em tendência de queda sem a confirmação do governo e com os sinais de desaceleração da China.

No mês de outubro a companhia informou que pretende cortar investimentos pela metade em 2016, visto que sua relação de dívida líquida tem aumentado e permanece mais alta do que o nível acertado com credores.

Outro fator relevante para o ano foi à trégua entre os sócios da empresa, a Nippon e a Ternium, que diante do cenário de piora operacional preferiram apaziguar a discussão depois de uma perda acima de 800 milhões de reais referente ao seu valor de mercado.

Essa situação surgiu em reflexo de diversos acontecimentos:

  • Alteração do presidente-executivo;
  • Rebaixamento de rating;
  • Problema entre os sócios da companhia.

Para buscar uma solução do problema de caixa tanto do ano de 2015 quanto do ano de 2016, o conselho de administração da USIM5 aprovou uma captação de recursos na proporção de 150 milhões.

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2014


No ano de 2014 a Usiminas concluiu o Projeto de Friáveis na mineração. Esse projeto viabilizou o aumento da capacidade produtiva na planta de minério de ferro para 12 milhões de toneladas ao ano.

No gráfico da USIM5 já é visível a constante desvalorização das ações Usiminas ocorrida desde meados de 2013.

A empresa manteve sua distribuição de dividendos USIM5 baixa e pagou o valor de R$0,03 por ações Usiminas em 2014.

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2012


Neste ano a USIM5 teve o seu capital volante alterado com a entrada da Ternium/Tenaris. A empresa assumiu uma participação de 27,66% de ações Usiminas ordinárias.

Também nesse ano, a usina localizada em Cubatão, que é uma das mais modernas do mundo no quesito operação, inaugurou uma nova linha de tiras a quente que é capaz de produzir tubos de 24' no diâmetro e espessura de 20mm.

A nova linha de produção fabricava bobinas com tamanhos antes não executados no Brasil e atendia a clientes de alto valor, como no setor de construção de gasodutos, extração de petróleo e outros.

Não houve distribuição de dividendos da Usiminas nesse ano.

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2010


Esse foi um ano de lançamentos para a Usiminas.

A Unigal teve a sua área operacional ampliada e inaugurou uma linha de galvanização no modelo de imersão quente.

Novembro desse ano ocorreu o lançamento de novas chapas de aço junto com parceiras tecnológicas.

Em setembro, a inauguração foi de uma nova coqueria que possibilitou o aumento da capacidade produtiva, a fim de alcançar a autossuficiência em Ipatinga (MG).

No mês de junho a empresa criou a Mineração Usiminas, que visava tanto a extração do minério de ferro quanto a logística, o que gerava mais valor para empresa e competitividade no mercado.

Apesar das novidades na empresa, a análise da Usiminas apontava possível valorização de longo prazo, enquanto o gráfico da USIM5 não tinha tanta convicção em demonstrar valorização.

Os investidores receberam nesse ano dividendos das ações Usiminas no valor de R$0,57 por cada ação ordinária.

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2009


No ano de 2009 a Usiminas mudou a sua marca. Essa alteração marcou o começo de uma reestruturação na gestão. Foi o início de uma modernização na companhia reformulando toda sua estrutura de negócios.

Nesse ano também houve a criação da Soluções Usiminas, empresa que assumiu liderança em distribuição e também na transformação de aço.

Foram distribuídos dividendos da Usiminas no valor de R$0,99 por ações USIM5 para os acionistas preferenciais.

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2007


A Usiminas percebeu que estava em constante crescimento e a capacidade de produção deveria ser adaptada. Por essa razão, no ano de 2007 a empresa fez a compra de ativos de mineração para ampliar sua participação no beneficiamento do aço.

Ainda para potencializar essa cadeia de valor em seu produto, a USIM5 estruturou um novo plano de investimentos a fim de modernizar suas plantas de produção e inserir mais tecnologia nesse processo.

Esse foi um ano de bons dividendos das ações da Usiminas. Os investidores foram remunerados com o valor de R$4,35 por ações USIM5.

No ano seguinte (2008) a cotação da USIM5 chegaria em seu topo máximo no valor de R$42,20.

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2005


Em 2005 a companhia lançou suas ações Usiminas na bolsa espanhola (Latibex), buscando um aumento da base de captação da empresa.

Nesse ano cotação da Usiminas variava entre R$5,50 e R$9,40 no ano.

A USIM5 era a quarta empresa de maior peso no Ibovespa e tinha o maior complexo siderúrgico da América Latina, situado em Ipatinga (MG).

Os dividendos das ações USIM5 eram muito atrativos e nesse ano os acionistas receberam o valor de R$5,31 por ações Usiminas preferenciais.

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1990


Em outubro de 1999 a Usiminas aumentou sua capacidade de produção após inaugurar a laminação de tiras a frio e alcançou o marco de 1 milhão de toneladas no ano em laminados.

No ano de 1998 um investimento altíssimo na linha de galvanização eletrolítica, cerca de US$228 milhões, elevou a capacidade produtiva da empresa para produtos com alto valor agregado.

Em 1996 a USIM5 selava um compromisso ambiental, tornando-se a primeira no Brasil e a segunda no mundo a receber certificação ISO 14001 no setor siderúrgico.

Em março do ano de 1991 a empresa foi privatizada e ofertou ações USIM5 no mercado.

A abertura de capital marcou uma nova era para a Usiminas, que tinha como desafios a forte concorrência do setor e também a necessidade de modernização da produção.

Para focar nestes objetivos, um funcionário de 20 anos de trabalho na siderúrgica, o engenheiro Rinaldo Campos Soares, assumiu a presidência e no cargo permaneceu por 18 anos.  

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1980


No inicio da década, o Brasil deixou um momento de constante crescimento para trás e passou a enfrentar um período de recessão. A alta inflação, o aumento do desemprego, os problemas com dívidas e a queda do PIB forçaram a USIM5 a se adaptar nesse cenário econômico conturbado.

A USIM5 iniciou um programa rígido de economia interna para gerenciar seus custos e controlar novos investimentos a fim de proteger os seus funcionários e manter a manutenção sobre sua estrutura física.

Em janeiro de 1980 a empresa inaugurou sua sede em Belo Horizonte e também criou o projeto de educação ambiental Xerimbabo, que foi pioneiro no Brasil.

Com o passar do tempo, a economia brasileira foi se estabilizando. Quando essa tempestade passou, a indústria siderúrgica ganhou espaço para se desenvolver com agilidade e planejamento.

A USIM5 buscou tecnologias mais avançadas e intensificou suas pesquisas em automação da produção.

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1970


No inicio da década, o governo federal adotou medidas que refletiram em um período de expansão na economia do Brasil, foi a época conhecida como milagre brasileiro.

A Usiminas estava de frente com uma grande oportunidade, que era o fornecimento de insumos para a reativação da indústria pesada, e por essa razão iniciou um planejamento de modernização para ampliar sua produtividade com mais tecnologia.

Em 1971 a empresa inaugurou o centro de tecnologia Usiminas e também o alto-forno 3, garantindo sua expansão e capacitando a produção para 3,5 milhões de toneladas ao ano.

A USIM5 trabalhou nessa década decididamente para uma expansão da produção, avaliando todas as oportunidades e ameaças que estavam sendo oferecidas no mercado nessa ocasião de bonança.

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1960


Em 1963 a USIM5 inaugurou a laminação de chapas grossas e em 1965 foi inaugurada a laminação de tiras a quente.

Todo o projeto tomou forma em outubro de 1962, quando a Usina em Ipatinga (MG) foi inaugurada após esforço e dedicação de trabalhadores brasileiros.

João Goulart, o então presidente da república, foi quem acendeu o primeiro alto-forno da usina, utilizando uma tocha trazida de Ouro Preto simbolizando os inconfidentes mineiros.

A primeira produção industrial da companhia foi o Gusa e na sequência uma série de novas etapas do projeto eram concluídas.

Os trabalhadores da Usiminas eram compostos por brasileiros de todas as partes e estrangeiros, principalmente japoneses. Naquela época a estrutura era precária para receber tantos funcionários, e a necessidade de ainda mais pessoas fazia com que muitos inexperientes assumissem cargos na empresa sem nem entender do ramo siderúrgico.

Isso fez com que os acidentes de trabalho se tornassem frequentes e em sua maioria trágicos. A estrutura de prevenção de acidentes e primeiros socorros eram praticamente inexistentes e as condições de trabalho, moradia e alimentação eram de péssima qualidade, exigindo que a cidade também se desenvolvesse com a mesma velocidade da produção.

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1950


Em 1959 a construção da primeira sede da companhia em Belo Horizonte foi concluída. No interior do estado um plano de infraestrutura para atender a futura empresa em Ipatinga já estava sendo executado no núcleo urbano.  

No ano de 1958 a Usiminas tornou-se uma joint venture que teria a participação de acionistas japoneses e capital do estado, acordando uma gestão compartilhada desenhada nos moldes de um empreendimento privado.

O aporte financeiro realizado pelo governo Federal, pelo governo mineiro e investidores japoneses possibilitou a realização de um desejo de Minas Gerais e a necessidade de demonstração tecnológica do Japão no lado ocidental.

Em agosto de 1958 foi colocada a primeira estaca do projeto da Usina Intendente Câmara, e em setembro desse mesmo ano um grupo de engenheiros realizou a primeira visita técnica no Japão, para serem preparados a assumir a gestão da Usiminas.

Em outubro de 1956 surgiu todo o planejamento da Usiminas, fundamentado pela missão japonesa Kaname Suzuki.